Procurando por mim...
Se olhar no espelho e não se reconhecer...
Quem é mesmo que vejo?
aliás, onde está a mulher quem eu procuro?
Aquela mulher que trazia esperança nos olhos, fome de viver nos lábios, um amor enorme no coração...
Trago comigo as marcas deixadas por ela... mas ando sentindo falta dela.
Da eternamente metade...
Da eternamente apaixonada...
Ando procurando ela nas palavras. Nos pensamentos. No barulho das ondas.
No baú de recordações.
No sentimento que ainda trago guardado. Bem no fim, mas trago.
Encontro vestígios...
Mas não ela de fato.
Apenas lembranças de que ela existiu.
Cansou?
Mudou?
Aprendeu?
Finalmente encontrou?
Respostas... sempre assim. Procuramos insesantemente por elas, e justamente quando a achamos, já dizia o mestre: Mudam todas as perguntas.
Quando eu era largata queria virar borboleta...
E agora quando as minha asas começam a crescer, não consigo esquecer do tempo em que eu era largata.
Olhar para trás e não ter a certeza de que era realmente infeliz causa medo.
Causa dúvida.
Causa espanto.
Erros foram causados ou feitos?
Foram realmente erros?
Vasculhando pensamentos, palavras e uma forma de expressar tudo, resolvi escrever...
Mas continuo...
Quem sabe eu me acostumo com essa nova mulher?
Ou quem sabe a mulher/metade tenha só dado uma sumida, e logo, logo volta.
Quem sabe?!
.
.
.
.
.
.
.
O tempo
Quem é mesmo que vejo?
aliás, onde está a mulher quem eu procuro?
Aquela mulher que trazia esperança nos olhos, fome de viver nos lábios, um amor enorme no coração...
Trago comigo as marcas deixadas por ela... mas ando sentindo falta dela.
Da eternamente metade...
Da eternamente apaixonada...
Ando procurando ela nas palavras. Nos pensamentos. No barulho das ondas.
No baú de recordações.
No sentimento que ainda trago guardado. Bem no fim, mas trago.
Encontro vestígios...
Mas não ela de fato.
Apenas lembranças de que ela existiu.
Cansou?
Mudou?
Aprendeu?
Finalmente encontrou?
Respostas... sempre assim. Procuramos insesantemente por elas, e justamente quando a achamos, já dizia o mestre: Mudam todas as perguntas.
Quando eu era largata queria virar borboleta...
E agora quando as minha asas começam a crescer, não consigo esquecer do tempo em que eu era largata.
Olhar para trás e não ter a certeza de que era realmente infeliz causa medo.
Causa dúvida.
Causa espanto.
Erros foram causados ou feitos?
Foram realmente erros?
Vasculhando pensamentos, palavras e uma forma de expressar tudo, resolvi escrever...
Mas continuo...
Quem sabe eu me acostumo com essa nova mulher?
Ou quem sabe a mulher/metade tenha só dado uma sumida, e logo, logo volta.
Quem sabe?!
.
.
.
.
.
.
.
O tempo
